RELACIONAMENTO E ESPIRITUALIDADE


Como o sexo está muito disponível a todos, as pessoas não estão se casando mais! Algumas têm sua vida sexual normal e se livram dos (supostos) 'inconvenientes' do casamento.

Muitos solteiros e jovens cristãos estão em pecado, por que tem sua vida sexual ativa, mas não estão casados; outros vivem juntos sem o compromisso diante da igreja e da sociedade, e permanecem assim - que seja eterno enquanto dure – uma filosofia humanista, secular, mundana.

Percebo que existe muita gente boa por aí, mas em pecado, e assim impedindo que sua espiritualidade cresça e as bênçãos de Deus venham sobre sua vida.

Mas existe um princípio fisiológico e psíquico envolvido em todo esse estilo de vida cristão, ou que se reserva para não ter relações sexuais fora do casamento.

Em 1 Coríntios 6:18 lemos– “Fujam da imoralidade sexual! Qualquer outro pecado que alguém comete não afeta o corpo, mas a pessoa que comete imoralidade sexual peca contra o seu próprio corpo.”

O que ´afetaria o corpo´ em um uma relação sexual fora do casamento? Como pecaríamos contra nosso próprio corpo ?

Entramos aqui em um assunto que é tabu ou um assunto que não se discute por normas rígidas – a virgindade.

Discutir virgindade em uma sociedade machista e erotizada como a nossa é motivo de piada, mas isso sob a ótica do cristão é um dever!

É sobre isso que iremos escrever nos 'posts' a seguir.

SEXUALIDADE DOS SOLTEIROS


Você já deve ter ouvido que entre homem e mulher acontece uma atração química, e se essa reação não ocorre, não são feitos um para o outro.

Essa química ocorre pelo mecanismo dos sentidos, que enviando estímulos visuais, de sons, toque, paladar ou olfativos, estimulam as áreas do cérebro responsáveis por essas ações através de pulsos elétricos; essa eletricidade percorre os neurônios no cérebro ativando outras estruturas, como o hipotálamo que é responsável por muitas ações de comportamento sexual.

No hipotálamo substâncias, chamadas de fatores de liberação e inibição irão estimular outras estruturas, como a hipófise, uma das principais glândulas responsáveis pelo comportamento humano; nesta glândula hormônios e pré-homônios são liberados para reger os sentimentos.

Esse é o caminho daquilo que assimilamos através dos sentidos, seja para o sexo oposto ou para milhares de atividades durante o dia.

No caso da atração sexual, a química de homem e mulher, ainda passa por estruturas de seus órgãos sexuais, testículos e ovários, para produzirem o estradiol na mulher e a testosterona no homem.
Esses dois hormônios têm flutuação em sua produção devido a fatores psicológicos, comportamentais e ambientais.

A testosterona é o hormônio do desejo sexual no homem e o estradiol atua na libido da mulher.

Se tirarmos essas duas substâncias da fisiologia dos sexos, os adultos perpetuariam um comportamento ambissexual, como as crianças, que apesar de caracterizadas anatomicamente e psicologicamente como macho e fêmea, não possuem comportamento sexual amadurecido.

Assim percebemos como nossos sentimentos, paixões, desejos e o apetite sexual são resultado de substâncias, como os hormônios e outros fatores, que determinam o ritmo da vida.

O sistema compensatório ou de recompensa no cérebro, determina o nível de prazer dessas relações sentimentais. A dopamina, uma substância produzida na glândula adrenal, é responsável pela sensação de prazer que o cérebro, ou nós mesmos, experimentamos e que causa o torpor do prazer.

Excesso ou concentrações variadas de nor-epinefrina e falta de serotonina, determinam a fórmula da paixão, aquela sensação desesperadora em desejar ver a pessoa, estar ao seu lado, toca-la e beija-la!

Ao visualizarmos esta pessoa, já são enviados ao sistema compensatório, estímulos que desencadeiam o mecanismo de recompensa; e outras substâncias entram em cena, como a adrenalina; depois de tocarmos a pessoa, abraça-la e estarmos próximos, a oxcitocina, serotonina; e endorfinas conferem aquela sensação maravilhosa de carinho, paixão e felicidade.

Cada sentimento tem sua fórmula com essas e outras dezenas de substâncias, em concentrações e variantes múltiplas. A oxcitocina é a principal substância responsável pelo prazer feminino; a testosterona a principal para o desejo sexual masculino.

E assim todos os nossos sentimentos são nada mais nada menos que formulações de substâncias químicas, produzidas em nosso organismo.

As coisas relativas ao sexo oferecem um coquetel maravilhoso para o cérebro, e quando estamos apaixonados, amando ou em atividade sexual, estamos dopados por nosso parceiro.

O amor eros também tem sua fórmula e é despejada na corrente sanguínea alcançando o sistema compensatório no cérebro, isto depois de muitas exposições visuais da pessoa amada, e principalmente experiências profundas envolvendo o toque, paladar e olfato – a relação sexual. Ela é uma das maiores experiências compensatórias que o cérebro pode usufruir (de forma natural).

Poderíamos classificar o sexo como o elemento que irá unir as duas pessoas em um só sentimento – o amor Eros; “o homem... apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne” Gênesis 2:24.

Por outro lado, as experiências sexuais furtivas causam sério dano a psique de homem e mulher, e viciam o sistema compensatório através de um comportamento muito conhecido – a infidelidade!

Cabe a nós aqui uma séria reflexão daquilo que vemos, ouvimos e expomos nossos sentidos, nas coisas relativas ao sexo. Quantas exposições são feitas à nossa mente, e quão impressivas são essas experiências; por isso temos tantas recomendações bíblicas quanto às questões sexuais e sentimentais.

ESTOU SOZINHO, E AGORA?











“E disse o SENHOR Deus: Não é bom que o homem esteja só...” Gênesis 2:18

Mas esse não é o fim! Isso é o começo - pois para começar uma relação, basta estar sozinho.
E se você está solteiro, sozinho, 'encalhado', esperando alguém... você potencialmente é o próximo a namorar - afinal: para começar um namoro, é preciso antes, que você esteja só.

O nosso século 21 tem imposto sobre a mente do cristão, valores e conceitos que dificultam o acesso aos corações ou nos 'blindam' para as relações afetivas com aqueles que estão ao nosso lado.

Conceitos como a "ditadura da beleza" (parafraseando o Dr. Augusto Cury - Ditadura da Beleza, Editora Sextante), o consumismo, materialismo e a massificação da mídia etc, tem formatado nossas mentes e nos levado a ficar só.

Se você esta só, a probabilidade de que você esteja sozinho por escolha própria é de 70%.

O quê? Você esta sozinho por que escolheu ficar solteiro? Será?

Pense consigo mesmo. Quantas pessoas já tentaram, ou você mesmo, já tentou iniciar uma relação.   Pense.

Faça uma lista de dez pessoas (incluindo as que você "acha" feia, inadequadas, sem futuro, desajeitadas etc) que já tentaram entrar em um relacionamento com você. Faça isso agora... pegue papel e caneta, ou abra um bloco de notas ai no celular, vamos lá! Faça já.

Agora conte quantas dessas dez pessoas, você dispensou ou ignorou por que eram "isso ou aquilo" - feias, inadequadas, sem futuro, desajeitadas etc.

Pessoas são seres humanos. Elas não são objetos para serem consumidas ou compradas por um rótulo (feinha, magricela, gordinha, baixinha etc.) Você vai ver que você dispensou na média 70% delas porquê julgou inadequada.

Jesus disse: "Não julgueis, para que não sejais julgados. Pois, com o critério com que julgardes, sereis julgados; e, com a medida com que tiverdes medido, vos medirão também" Mateus 7:1 e 2.

E assim um ciclo sociológico se estabelece, onde um julga o outro como "inadequado" para namorar ou casar...

Ai fica todo mundo sozinho, e se perguntam: Estou só, e agora?

Permita-me dar uma sugestão, pegue sua lista (complete com outros nomes) e faça um levantamento de quem está disponível. Ore e peça a Deus para te iluminar, tire a "trave do seu olho" para enxergar melhor as pessoas.

Uma dica - dê prioridade para aquelas pessoas que afirmavam amar você. E ignore os supostos defeitos. Faça uma avaliação espiritual; se a pessoa é espiritual, os defeitos poderão ser trabalhados com comunhão e oração.

E partir daí se aproxime da pessoa e sem preconceitos, permita-se ser amada(o).

Segue uma lista de 10 fatores e objeções comuns que as pessoas fazem para não entrar em um relacionamento, e que são argumentos falhos:

1. Ele(a) não tem posição social - ser da classe baixa, média ou alta não deveria determinar uma relação - todas pessoas são capazes de amar.

2. Ele(a) não tem dinheiro - planejamento deve existir, mas não seja neurótico(a). Todas as pessoas são capazes de trabalhar e vencer na vida.

3. O que vão pensar de mim? - essa é uma objeção colossal. Não se importe com o que irão falar ou pensar do seu relacionamento - a vida é sua.

4. Aparência - não avalie as pessoas pela aparência, você poderá cometer erros imperdoáveis, que talvez nem mesmo você se perdoe no futuro.

5. Personalidade - assim como devemos ser cuidadosos para não entrar em uma relação com pessoas incompátiveis, não devemos ser apressados em descartar aquelas que aparentemente são 'sem graça'.

6. Mídia - os padrões de filmes, novelas e revistas são ilusórios. Não espere um príncipe ou que sua relação seja uma comédia romântica...

7. Atração sexual - a química sexual é importante mas não é tudo.

8. Fé - o único ponto inegociável em uma relação é este. Se um pretendente é um genuíno cristão, a probabilidade de sucesso no seu relacionamento é alta.

9. Padrões - é bom ouvir o conselho dos pais, mas há padrões que podem atrasar sua vida emocional. Por exemplo: só namorar com alguem que esteja fazendo faculdade; só namorar alguem que tenha carro e casa própria etc.

10. Deus - não pense que Deus fechou as portas para você. Deus é o maior interessado em sua felicidade. Deus é que 'doura' nossos sonhos. Nós é que frustramos os planos de Deus.

Uma das coisas que mais prendem homens e mulheres, moços e moças no mundo é o sexo ou o relacionamento que estão cultivando.

Não somos ´ilhas´ e viver sozinho não é bom, e isso tem levado os jovens e solteiros a uma grande busca do companheiro perfeito.

O namoro ou o relacionamento é essencial para jovens e solteiros, pois nos permite conhecer a pessoa. Esse tipo de relacionamento antes de se casar é tão importante que pode determinar a felicidade e o sucesso no casamento. É aqui que conhecemos a pessoa, seu caráter, sua personalidade e temperamento. Esse conhecimento determina a felicidade futura.

Mas os relacionamentos atuais são formados com base em um conceito do mundo (atração sexual) e é esquecido de avaliar outras coisas que são importantes – quais os sonhos, realizações, perspectivas, espiritualidade, personalidade e amor à família etc.

Quem não avaliar esses fatores na pessoa que está desenvolvendo um relacionamento, está arriscando a felicidade futura.

Hoje os casamentos estão fracassando porque outras prioridades foram colocadas – o prazer, a beleza e o dinheiro. Conheço inúmeras pessoas, que se importaram somente com a aparência e beleza da pessoa e se esqueceram de avaliar a personalidade, e o resultado foi desentendimento, brigas e separação.

Há os que só pensam em dinheiro, e se ligam a aqueles de boa condição financeira; se não for rico... nem olha. Mas quando no casamento a personalidade e o temperamento se manifestam, a vida se torna um incômodo ou muitas vezes um pesadelo. Algumas pessoas fogem destas situações através da infidelidade, trazendo mais problemas e pecado a sua vida.

Mas há os que por fatalidade estão juntos; isso acontece entre os cristãos; aventuram-se no sexo, a garota fica grávida e aí a consciência (corretamente) os leva ao casamento... o casal (há exceções) acaba tendo crises espirituais e no relacionamento.

Outras se ligaram pela química da atração e discutem o tempo todo por incompatibilidade de planos, personalidade, idade etc; um quer estudar outro quer ficar em casa e fazer uns bicos de vez em quando; um possui uma personalidade forte o outro é sensível, e suas vidas são uma eterna oposição.

O que tem nos levado a esse tipo de situação precipitada, trata-se do fator sexual tão presente em nosso século. Quando deixados a se levar apenas pela sexualidade não percebem certas coisas no companheiro. A excitação que o sexo oferece acaba os dominando; mas você pode estar argumentando, que não estamos o tempo todo pensando em sexo!

Mas a Sexualidade em nossos dias não envolve apenas os momentos de intimidade; é um estilo de vida, que se veste para o sexo, se pensa em sexo, se diverte com o sexo, se explora o sexo na mídia, enfim estamos em um século sexualizado!

MASTURBAÇÃO


A excitação e a busca pelo orgasmo por auto manipulação dos genitais é um hábito pecaminoso e um artifício fisiológico não saudável.

Primeiro – pecaminoso porque rompe com o objetivo Divino para com o homem desde a criação quando Ele ordena – “crescei e multiplicai-vos”, implicando no mecanismo sexual a dois, e obviamente no prazer a dois. Usar do hábito da masturbação é pecado porque viola o sagrado propósito do sexo em partilhar da experiência sexual e do prazer entre homem e mulher.

Jesus foi explícito na declaração sobre cobiçar uma mulher (ou homem) através do desejo sexual - “Eu porém, vos digo que qualquer que atentar numa mulher para a cobiçar já em seu coração cometeu adultério com ela” Mateus 5:28 – fazendo uma direta indicação do sétimo mandamento, o mandamento relativo ao sexo. Olhar, desejar e cobiçar de acordo com Jesus é pecado; ir alem disso e se excitar e buscar o prazer do orgasmo nesta imaginação cobiçosa, também é pecado.

Segundo – é um artifício fisiológico não saudável porque vicia e leva a distúrbios sexuais (parafilias) através de comportamentos alterados, mesmo se o individuo posteriormente tiver uma vida sexual normal a dois.

Os psicólogos e terapeutas sexuais não cristãos recomendam e até indicam a masturbação em tratamentos. Vale lembrar que o estilo de vida de pessoas descrentes, ou não comprometidas com princípios do evangelho, não são parâmetros para a vida do cristão. Isso é a falsa ciência. A verdadeira ciência é aquela que vai em direção dos princípios da Palavra de Deus.

A masturbação vicia porque envolve mecanismos semelhantes, mas não sendo os mesmos daqueles do sexo. O individuo que se masturba se utiliza da visão (ou imaginação) para se excitar e das mãos para manipular os órgãos sexuais (pênis – homem; clítoris – mulher).

No sexo normal entre homem e mulher, as variantes de excitação são numerosas – beijos, carícias, toque, abraços, posições, visualização real, audição, penetração etc.

Todo ato sexual ocorre além do contato físico, mas principalmente a nível cerebral – no hipotálamo – mediado por neuro-transmissores, que são drogas potentes (dopaminergicas) ou que ‘dopam’ literalmente a pessoa. Daí sermos viciados em sexo – os que tem uma vida sexual ativa – e isso ocorre com os que se utilizam da masturbação.

No entanto na masturbação as vias neurais que são utilizadas no hipotálamo são diferentes daquelas do sexo a dois. Os caminhos neurais, trilhas neuronais que são utilizadas são rotas diferentes nas duas situações.

As trilhas neurais do sexo a dois são maiores em número de neurônios e mais complexas; pela simplicidade do ato da masturbação, as trilhas são diferentes e menos complexas.

São experiências diferenciadas a nível cerebral; embora ambas partilhem do hipotálamo e mediadores químicos parecidos. O orgasmo da masturbação é o mesmo da relação sexual, mas a intensidade e a experiência ‘virtual’ a nível de cérebro se diferencia da experiência real da relação sexual.

Aconselhei por e-mail uma jovem casada que desde os 10 anos se masturbava; e seguiu assim sua rotina no hábito de procurar excitação e orgasmo se auto-estimulando. Ela por fim se casou e teve uma vida sexual ativa.

No entanto declarou que não sentia prazer na relação de penetração, como sentia na masturbação. Ela tinha orgasmos com o marido na relação sexual a dois, mas ao terminar se masturbava ao lado do marido. Disse que o prazer da masturbação era diferente. Por isso tinha sua rotina de masturbação paralela, à vida sexual.

Essa jovem tinha priorizado em seu cérebro, por uma década, rotas neurais que desencadeavam uma intensidade e experiência orgástica; ao iniciar sua experiência sexual a dois, novas rotas neurais foram inauguradas.

Apesar de ter sido os caminhos neurais para o sexo, elas não eram as principais e prioritárias para seu cérebro.

Em outra situação, conversei pessoalmente com um jovem que estava casado a 5 anos. Porém se utilizara da pornografia e masturbação por 15 anos. Ele relatou não ter prazer com a esposa na relação sexual de penetração. E pedia para a esposa ou ele mesmo se utilizar da masturbação para sair satisfeito na intimidade a dois.

O que ocorria em ambos os casos? O cérebro priorizava a experiência anterior; as trilhas neurais desenvolvidas por dezenas de anos, eram prioritárias sobre a nova experiência. O hábito de se masturbar oferecia mais prazer (intensidade) apesar da relação sexual oferecer uma experiência mais rica e plena.

TRILHAS NEURAIS NA MASTURBAÇÃO


No início de qualquer vida sexual, sendo ela o amadurecimento natural dos órgãos sexuais, os primeiros conceitos e a reação fisiológica do corpo, relacionamentos etc, cada indivíduo cria um patrimônio sexual virtual em seu cérebro.

As potentes drogas que são despertadas nesta fase e começam a ser lançadas na corrente sanguínea, mudando comportamento, gostos e preferências, são drogas endógenas poderosas. Utilizar esse período com a experiência da masturbação, irá apenas fortalecer as rotas neurais e priorizar o hábito para a obtenção do orgasmo.

Qualquer experiência dos humanos envolvem diferentes níveis no cérebro; a nível de tecido cerebral (o tecido do hipotálamo), celular (neurônios), molecular (as drogas) e físico (os elétrons).

A imagem de uma mulher (ou homem) desejada(o) ao ser projetada no cérebro desencadeia um turbilhão de elétrons (eletricidade de baixa voltagem) a percorrem os neurônios do tecido do hipotálamo.

No interior do tecido, as trilhas são sulcadas pelos eletros que passam por ali; a memória nada mais é do que trilhas neurais repetidas e priorizadas pelos hábitos e preferências.

É aqui que ocorre o vício; é natural o vício a nível fisiológico.O que não é natural são as formas pelas quais tais vínculos são realizados. A criação de homem e mulher determinou como deveriam ocorrer tias eventos fisiológicos.

A forma anti-natural é uma alteração daquilo de que fomos projetados.

Adolescentes e jovens que se utilizam da masturbação podem ter mais problemas de adaptação sexual posteriormente em suas vidas sexuais futuras, do que aqueles que nunca se utilizaram dela.

A prática da masturbação NÃO habilita ou oferece melhor preparo para a vida sexual futura; ao contrário, determina mecanismos fisiológicos que atrapalharão no transcurso natural do amadurecimento sexual.

A verdadeira educação sexual é através do diálogo, informação e observação do relacionamento familiar saudável, onde os filhos aprendem a amar com o exemplo dos pais.

É uma falácia afirmar que praticando a masturbação você conhece melhor o seu corpo; porém é uma grande e monumental verdade que ela leva você a apreciar melhor o seu corpo; isto porque o vício fisiológico é fortalecido no prazer egoísta.

Isso porque o sexo é oferecer prazer ao companheiro sexual, onde a masturbação falha e determina o contrário na mente do individuo. O jovem que a pratica está programando seu cérebro para o prazer individualista e para uma relação egoísta da busca pelo próprio prazer.

Fomos criados para dividir e oferecer o prazer.

DEIXANDO A MASTURBAÇÃO


Aqueles que são cristãos devem ter uma consciência de que o hábito da masturbação é pecaminoso; atinge o mandamento do sexo (sexto mandamento - Ex 20.14, e altera nossas faculdades sexuais a nível de cérebro.

O nosso corpo é templo do Espírito Santo. O reino que Jesus Cristo inaugurou, está dentro de nós (I Coríntios 3:16), onde o Maravilhoso Conselheiro (Isaias 9:6) faz sua habitação e templo.

As coisas impuras que envolvem o pecado não devem dividir o espaço com as coisas puras em nossa mente. Por isso Paulo aconselha – “Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é PURO, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai” Filipenses 4:8.

Deus não quer nos privar de nada; pelo contrário Ele quer que seus filhos tenham experiências (sexuais) intensas e felizes. O que ele nos priva é da má experiência, que irá nos levar uma vida infeliz.

O primeiro passo para se deixar da masturbação é seguir o conselho de Paulo ao jovem timóteo – “Foge, também, das paixões da mocidade” 2 Timóteo 2:22.

Coisas como a pornografia, namoro com carícias, ‘ficar’, filmes com cenas de nudez ou cenas de sexo ‘leve’, conversas estimulantes em chat´s, exibição e apreciação da nudez de outras pessoas por WebCam, fotos eróticas via WhatsUp ou exposições vulgares no Facebook – a lista é longa ... enfim tudo isto seria ‘fugir’ da imoralidade sexual na atualidade. Tais coisas irão alimentar sua imaginação e estimular você à masturbação.

Segundo, pratique um tipo de esporte. Os rapazes podem aumentar os dias que jogam futebol, vôlei e basquete; as moças podem ir para a natação, fazer caminhadas ou corridas leves (consulte um profissional de Ed. Física).

Os hormônios são grandes geradores de energia; se essa energia não for gasta ela se transforma em ‘tensão sexual’. O desejo sexual assim será estabilizado e você se sentirá muito melhor.

Terceiro, mude sua dieta. A ‘tensão sexual’ é provocada pelo acúmulo de energia, que é desencadeada pelos hormônios sexuais. Assim se você tiver uma dieta mais natural, irá evitar o excesso de produção hormonal.

A alimentação natural (muita fruta, legume e verduras cruas) irão oferecer o mesmo suporte nutricional com menos colesterol – essa substancia é a base de todo hormônio sexual. Evite os alimentos derivados de animais – carne vermelha e ovos principalmente. As moças terão um benefício extra com a melhoria da pele; as espinhas tanto em rapazes e moças, irão diminuir.

Se você seguir esses três passos, irá cooperar com a maravilhosa graça Divina que já opera em você. Deus já está operando em sua vida, no entanto ao nos expormos ao pecado, anulamos a ação Divina em nossa vida – “nem tampouco apresenteis os vossos membros ao pecado por instrumentos de iniqüidade” Romanos 6:13.

Se você cair, lembre-se – “Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o Justo. E ele é o pagamento pelos nossos pecados e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo” I João 2:1 e 2.

Não faça do pecado um hábito em sua vida; o pecado é um acidente na vida do cristão – “Todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática do pecado; porque a divina semente permanece nele; e não pode pecar, porque é nascido de Deus” I João 3:9.

Particularmente, penso que a exposição a imoralidade, é o grande fator estimulante a masturbação. Sendo assim evite e ‘fuja’ das situações que irão estimular os pensamentos imorais.

"Já que vocês são o povo de Deus, não esta certo que a imoralidade, a indecência .. sejam, nem mesmo, ASSUNTOS DE CONVERSA entre vocês. Estejam certos disto: nenhuma pessoa imoral, indecente ... jamais receberá a sua parte no reino de Deus" Efésios 5:3-5

Que a Graça do Senhor Jesus Cristo esteja com você.


VIRGINDADE MASCULINA


A virgindade masculina é tão insignificante hoje em dia, que se um jovem afirmar que ainda é virgem, pode passar por ridículo até em um grupo de amigos cristãos! Mas já é hora de mudarmos os conceitos.

A Virgindade para o cristão é uma tremenda vantagem em um mundo erotizado e cheio de instabilidade emocional.

Toda experiência que passamos, seja sexual ou qualquer outra é gravada em nosso cérebro; isto é feito através de trilhas de neurônios, ativadas nos vários centros do cérebro responsáveis pelos sentidos e funções fisiológicas. Muitas dessas trilhas passam no sistema de recompensa do cérebro, conferindo satisfação e prazer.

O sexo é uma das maiores experiências de recompensa que o cérebro oferece ao homem, sendo assim as trilhas de neurônios que veiculam os impulsos sexuais para o hipotálamo são trilhas de preferência aos elétrons que circulam o cérebro em uma atividade sexual ou contato com o sexo oposto.

Essa eletricidade vai estimular a hipófise e neuro-transmissores serão liberados, glândulas secundárias também serão ativadas e hormônios despejados na corrente sanguínea, nos oferecendo o prazer da relação sexual.

Essa experiência é tão marcante e significativa, que a primeira relação sexual determina os rumos que tomarão a nossa vida sexual e nosso patrimônio emocional.

Traumas são comuns nas primeiras experiências sexuais quando ocorrem de forma antecipada, violenta ou abusiva; a experiência sexual para o cérebro é muito impressiva, e ocorrendo de forma traumática, vai estabelecer conexões neuronais que impedirão um prazer ou relação normal.

Os traumas sexuais e outros mais são difíceis de serem tratados e requerem tempo devido a essas fortes impressões que são feitas no cérebro. Serão necessárias muitas terapias para uma reconceituação subconsciente e formação de novas trilhas para o prazer onde a violência e o abuso estejam fora dos caminhos da memória.

Daí a importância da primeira relação sexual; os estímulos e o nível de prazer oferecidos irão dopar a pessoa a um nível viciante, e se for uma única pessoa estabelece-se a fidelidade. Caso ocorram várias relações furtivas e com pessoas diferentes surge o mecanismo da promiscuidade.

Como o homem é ativado sexualmente pela visão, o mecanismo da promiscuidade vai sempre lhe estar apresentando a possibilidade de prazer com mulheres variadas. Como o homem geralmente não tem uma única relação sexual (a maioria) grava em sua memória um patrimônio afetivo diversificado; o prazer sexual passa a ser na diversidade de companheiras sexuais.

A virgindade masculina garante uma grande possibilidade de sucesso na fidelidade conjugal e estabilidade emocional; a promiscuidade sexual é uma programação do cérebro para o prazer na diversidade, ou na furtividade emocional.

Um jovem que se mantêm virgem para o casamento tem grandes possibilidades de sucesso na sua vida emocional e afetiva. A sua experiência sexual, com certeza vai ser mais prazerosa, pois não vai haver comparações com experiências anteriores. O risco do adultério não vai estar ausente, é obvio, mas prazer sexual para este indivíduo, não será na variedade sexual.

Muitos poderão dizer que aqueles que se casam virgens, também desfazem os casamentos ou praticam o adultério. Concordo, não é o fato de se manter virgem que nos eliminará o ´virus´do pecado.

Mas o indivíduo que controla os seus impulsos e se mantêm firme em seus princípios, honrando a Deus, tem maiores chances de vitória e sucesso.

O próprio Criador capacitará a esses, dando-lhes força moral, pureza e fidelidade, que são os frutos do Espírito!

VIRGINDADE FEMININA


A mulher tem seus prejuízos ao nível de psique, e sofre por comparações em seu mundo psíquico, afetando sua parte emocional e afetiva, mas também perde em seu corpo características importantes para sua sexualidade, coisa que não ocorre com o homem.

A relação sexual oferece ao cérebro uma intensidade de drogas que quase nenhuma outra experiência confere.

A memória sexual ou qualquer outra, ativa certos caminhos neurais, e o constante passar de impulsos elétricos por esses neurônios, fortalece essas conexões, e criam ´trilhas´ que são a memória de cada indivíduo.

Uma experiência sexual é intensa ao cérebro, por seus impulsos e drogas que são despejados ali.

A memória sexual se torna uma experiência muito gratificante ao cérebro, e fortemente impressiva.

Quando a mulher tem relações sexuais com parceiros diferentes, esses estímulos sofrem variações. A personalidade, temperamento, patrimônio emocional, raça e outras infindas diferenças de homem para homem, lhe proporciona uma relação sexual diferente da outra.

Algumas serão mais prazerosas, outras serão normais e algumas serão frustrantes; e assim sua psiquê vai fazendo comparações, que para o casamento será prejudicial, pois poderá estar depreciando seu futuro parceiro.

Mesmo que ame seu marido, e ele seja o homem dos seus sonhos, haverá comparações ao nível de consciente e subconsciente. Até ocorrer uma adaptação psíquica, corre-se o risco de haverem outros problemas, e a mulher imaginar não ter feito a escolha correta.

O pecado possui milhares de formas para nos arrastar ao erro e a infelicidade. Uma pessoa pode pensar que sua vida financeira e emocional é bem sucedida, mas no aspecto sexual ocorrer mecanismos que vão minando a felicidade.

O inverso também pode ocorrer - estar bem na vida sexual, mas nas finanças, no emocional, no espiritual haver problemas que comprometam a felicidade.

Mas em nosso presente século, o sexo é projetado em nossa mente de uma forma tão distorcida e irreal, que as frustrações sexuais podem ser mais rotineiras.

A mídia faz do sexo uma fantasiosa experiência, e cria tantos devaneios, que pequenas frustrações podem fazer um indivíduo imaginar não ser feliz ou ter feito a escolha errada.

Como se não bastasse para a mulher as grandes responsabilidades que já possui por ser do sexo feminino, além dos prejuízos psíquicos, ela perde em seu corpo características que determinarão o seu prazer.

Todas as mulheres na sua primeira relação sexual por penetração, perdem o hímem. Ele é uma membrana perfurada, que sela a entrada do canal vaginal e que se rompe quando há a primeira penetração.

Um homem facilmente percebe se sua parceira sexual é virgem ou não nessa situação. Muitos casamentos são desfeitos, ou acabam desmoronando por que a maioria dos homens exige isso de sua parceira – a virgindade. Já ouvi dizer que os homens não preferem as loiras, mas sim as virgens. Por que?

A mulher virgem oferece mais prazer ao homem, e também recebe mais prazer.

Obviamente existem inúmeras variações; mulheres que tiveram poucas ou somente uma relação sexual, perdem seu hímem mas poderão oferecer prazer sexual, é óbvio. As mulheres que tiveram muitas relações sexuais, também oferecem prazer, mas em intensidade diferentes destas ultimas ou uma virgem.

O importante é reconhecermos que um indivíduo, mulher ou homem, que se preserva de acordo com o conselho bíblico, se mantendo virgem para seu casamento, irá ter mais chances de felicidade sexual.

Quando Deus faz suas orientações, em sua Palavra é para nosso bem e felicidade em qualquer aspecto de nossa vida. Assim como o pecado envolve a morte espiritual e eterna, ele também acarreta em morte emocional, afetiva e até sexual.

A mulher que se envolve em vários relacionamentos e se entrega sexualmente a esses vários parceiros está se expondo a situações de dificuldade no futuro.

Os homens são diferentes uns dos outros; a anatomia do órgão sexual masculino varia de acordo com a raça. Mas para uma mulher virgem não haverá problemas com essa variação anatômica.

Já a mulher que perdeu sua virgindade, poderá ter surpresa desagradável em evidenciar que seu antigo parceiro oferecia mais prazer que o atual. Não são todos os casos assim.

A mulher pode encontrar um parceiro que sua anatomia lhe satisfaça sexualmente, e este receba prazer da mesma forma, mesmo ela não sendo mais virgem.

Percebendo estes fatos, alguns têm se entregado a relação sexual em todo e qualquer relacionamento, para saber se há adaptação na vida sexual.

Mas o que se evidencia é uma eterna busca pela perfeição sexual, e uma cativante experiência na promiscuidade.

Muitos raciocinam que se podem ter relações sexuais com várias pessoas, porque não permanecer assim? E assim permanecem em pecado...

Qualquer indivíduo, com ou sem virgindade, pode ser feliz sexualmente. Mas sem dúvida aqueles que permanecem firmes em seu princípio de pureza tem menos problemas a enfrentar, e menos frustrações a viver.

Virgindade não é garantia de felicidade. Já presenciei casais que ambos eram virgens ao se casar, mas não controlavam sua personalidade e a separação veio mesmo assim.

Mas há casais que se preservaram, e vivenciam menos problemas.

O segredo da Felicidade é andarmos nos conselhos Divinos e não deixarmos os conceitos mundanos mudarem nosso estilo de vida.

Portanto, não deixe que o mundo te seduza com as filosofias modernas de relacionamento; existe prazer na obediência e alegria na fidelidade.


ESTOU SOZINHO E AGORA?


Não somos ilhas e viver sozinho não é bom (Gen.2:18), e isso tem levado nossos jovens e solteiros a uma grande busca pelo companheiro perfeito.

Jovens Solteiros ou Adultos Solteiros é muito comum encontra-los na igreja. Insatisfeitos com as possibilidades de relacionamentos em suas igrejas os solteiros seguem a vida entre duas opções: a promiscuidade ou a solidão.

É grande o número de jovens cristãos que aderem ao estilo de vida mundano optando por uma vida sexual ativa, mesmo freqüentando a igreja. E assim são membros do corpo de cristo, em estado de putrefação, pois vivendo quase separados pelo pecado em algum momento o inimigo de nossas almas os pretende amputar do corpo que é a Igreja.

Mas são os conceitos deste século que levam o Solteiro Cristão a viver uma vida de duplicidade e pecado.

O Sexo não é o fim em si mesmo. Os objetivos de nossas vidas e dos relacionamentos, não giram em torno de prezeres, muito menos do sexo.

Quando esse ponto for compreendido pelos Solteiros, uma nova perspectiva se abre na vida do Cristão.

Paulo na sua primeira carta aos Coríntios já falava aos jovens que se pudessem, permanecessem Solteiros, mas caso não se controlassem, que se casassem, pois não estariam pecando –– “mas se vocês não podem dominar seus desejos , então casem , pois é melhor casar do que sofrerem por causas de desejos insatisfeitos” I Coríntios 7:9 NTBLH.

Ele justifica o fato de se permanecer Solteiro como tendo mais tempo e energias para se dedicar ao Reino de Deus. Mas muitos não são maduros o bastante para enxergar as grandes coisas que Deus quer fazer em suas vidas. E assim aconselha que se casem, caso não consigam se controlar.

Em nenhuma das possibilidades Paulo aprova a promiscuidade; e segue combatendo a prostituição.

Já apresentamos a vantagem de se preservar sexualmente para o casamento, cabe ao solteiro cristão, exercer maturidade, perseverar em seus princípios e aguardar em Jesus a mulher ou homem dos seus sonhos.

Muitas vezes em nossas comunidades cristãs existem pessoas de ambos os sexos solteiras, mas a necessidade de novos rostos, impede que os jovens se envolvam dentro de suas igrejas. Há os que namoram e se casam com pessoas de sua comunidade cristã; porem o número daqueles que procuram pessoas em outras igrejas é maior.

Isso é um fenômeno psíquico, que ocorre até em outras situações. Quem não gosta de ouvir um sermão por um pregador visitante? Ouvir as mesmas pessoas não é estimulante... Mas uma nova pessoa traz novas experiências. Mas até os novos rostos acabam caindo na rotina, e perdem sua novidade.

É a psico-adaptação; um fenômeno que ocorre com tudo – de pessoas a carros. Nos psico-adaptamos às coisas e não nos empolgamos mais com elas. Daí trocarmos o carro sempre que possível, as roupas, os móveis etc. O problema é quando isso ocorre nos relacionamentos...

O casamento passa por essa adaptação, perde seu brilho, e se não houver a maturidade espiritual, a pessoa é descartada ou trocada!

Mas os Solteiros tendem a se psico-adaptar aos demais de sua comunidade, e gerações inteiras tem perdido o verdadeiro conhecimento do indivíduo, por se olhar apenas para o exterior.

Isto é outro mal de nosso século, de nos empolgarmos com o novo, e descartarmos anos de amizade, conhecimento e convivência.

Meu conselho aos Solteiros é que dêem mais atenção aos membros de sua comunidade cristã e se permitam compartilhar os sentimentos. Muitos Solteiros de nossas igrejas poderiam estar em relacionamentos se não fossem exigentes demais, ou se não permanecessem esperando príncipes encantados.

Permita-se a relacionamentos com os cristãos de sua comunidade; antes isso do que buscar a novidade no mundo. Muitos jovens procuram a novidade em jovens mundanos, e depois sofrem a separação com a igreja ou amargam uma vida de conflitos por divergências espirituais e morais.

Os Solteiros devem analisar que é melhor um relacionamento com aqueles que estão mais próximos, do que uma vida em pecado através da prostituição e fornicação.

Outra possibilidade é buscar as universidades cristãs, colégios cristãos, e ali encontrar um companheiro que venha a satisfazer os olhos e a espiritualidade!

É dever da Igreja e sua Liderança se preocupar com os Jovens, promover encontros, abrir os horizontes àqueles que precisam de um norteamento nas suas vidas. Nossas igrejas amanhã estarão sendo lideradas por eles, e suas vidas estão se estruturando hoje.

Mas se apesar de todos os esforços, não aparecer o companheiro certo, não se desanime; dedique-se inteiramente a causa de Deus, conforme o conselho de Paulo. Faça de sua vida um ministério para Jesus, e perceba que o verdadeiro sucesso e a real felicidade estão em servir.

E quem serve exclusivamente a Jesus, faz o melhor com sua vida.

DEUS CRIOU O SEXO


O Casamento é uma benção ao Cristão. O próprio Criador concluiu: “não é bom que o homem esteja só” – Gen. 2:18.

Mas apesar do casamento ser a melhor opção para o cristão, neste século onde a sexualidade é explorada, os casados também estão sujeitos a alguns conceitos distorcidos sobre o sexo.

Para termos a postura correta em relação ao assunto de intimidade sexual no casamento precisamos postular algumas coisas:

- a relação sexual não foi algo que surgiu depois do pecado -“criou, pois Deus o homem a sua imagem e semelhança;... homem e mulher os criou. Então Deus os abençoou dizendo: frutificai e multiplicai-vos...” Gen. 1: 27 e 28. Deus abençoou o sexo e incentivou Adão e Eva a praticá-lo para povoar a terra - “tenham muitos e muitos filhos...” – v.28, NTBLH.

Por que esse conhecimento é importante? Porque muitos acham que o sexo é algo pecaminoso; mas na realidade é algo criado por Deus e Ele abençoou a prática do sexo.

- Deus criou e idealizou a relação sexual. Elementos envolvidos na intimidade dos casais, tais como as carícias, o prazer (orgasmo), o mecanismo do sexo (como ele é feito), tudo foi idealizado por Deus.

Não existe algo pecaminoso no ato sexual que Deus criou. Tendo uma correta visão, poderemos usufruir com liberdade e maior prazer, livres de qualquer sentimento de culpa.

- a atração sexual, a sensualidade e o mecanismo erótico do sexo, quando usados dentro dos princípios do evangelho: respeito, pureza e saúde trazem felicidade ao casal.

Muitas pessoas sinceras e com um grande zelo pela causa de Deus e por sua espiritualidade, se privam da totalidade de sua sexualidade ou pensam estar ofendendo a Deus.

Deus criou a sexualidade, e ela é bíblica; ela ganhou um livro que está incrustado bem no meio das sagradas escrituras, para garantir a santidade da relação sexual. Se lermos o capítulo 07 de Cantares, percebere- mos ali, de forma poética e pura, a relação sexual de Salomão e a Sulamita.

No entanto, existem conceitos errados sobre o sexo, que o cristão precisa conhecer diante da luz da Bíblia e da Ciência.

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INFIDELIDADE


Por que os homens são infiéis? Ou, por que os homens traem mais?

Pergunta difícil, não?

Primeiro porque muitos não aceitam o fato, e segundo que é difícil para um cristão admitir que até em um olhar, já tenha cometido o adultério...

Mas é o mecanismo do pecado em nossa mente que estabelecem essa regra no corpo do homem, afetando todo o seu ser.

O homem desde pequeno é ensinado a ter uma postura sexual sem restrições, e assim quando o garoto tem seus 5 anos, ele já é ensinado que deve dar beijinhos e abraços nas meninas e que são suas namoradinhas.

Aos 10 anos ele já sabe o que é namorar, mas aprende que tem de ter várias, e isso seria legal para o homem!

Aos 15 aprende que se não ´pegar´as meninas ele é um ´frouxo´ e para provar sua masculinidade tem de narrar suas conquistas aos amigos...

Aos 20 anos sua mente está ´formatada´ para o pecado; ele é o ´garanhão´ da área, e ´pega´ todas sem distinção – gordas, magras, altas, baixas, loiras, morenas... Como já dizia um antigo ditado: “não pode ver um rabo de saia”!

Quando chega aos 25 anos, pensando em casar, este espécime masculino já deve ter tido dezenas de experiências sexuais...

Mas agora quer casar-se e ter estabilidade emocional, afetiva, financeira e sucesso na vida. Você acha que ele vai conseguir?

Alguns conseguem a estabilidade financeira e o sucesso, mas nos moldes do mundo. O casamento resiste apenas a 15 anos; outros 10 anos; muitos a 5 anos de casamento, e depois vem a separação.

Nunca houve tantos divórcios, separações e anulações de casamentos como hoje!

Até mesmo dentro da igreja cristã o numero vem aumentado de forma assustadora.

O que acontece com os homens? Claro que eles não são responsáveis diretos por todas as separações.

Mas é o que se passa em suas mentes que desestabilizam seus casamentos, os relacionamentos e por fim sua conduta sexual. Depois de passar 10 ou 15 anos, em uma aventura sexual, ninguém consegue se manter casado com uma só mulher.

O cérebro masculino é programado para a variedade sexual nesse período; a maioria dos homens não leva os relacionamentos a sério através do namoro, e assim seguem sua vida emocional e afetiva pulando de galho em galho, muitas vezes só a procura de sexo ou garotas que ofereçam um namoro com contato físico - o famoso ´amasso´ ou o atual "ficar".

Dessa forma é gravado em seu cérebro, que prazer sexual vem da variedade e multiplicidade de relacionamentos. Todo rosto feminino se torna uma possibilidade de prazer e aventura emocional.

Em nosso cérebro a memória é processada de forma interessante; os neurônios em seus variados tipos, são células que conduzem impulsos elétricos e descarregam neuro-transmissores (substâncias) em nossos centros sensitivos e no centro de recompensa no cérebro.

Há um local onde é processadas a sexualidade, o hipotálamo, e daí partem as descargas de drogas trazendo prazer e bem estar, de acordo com o que estamos vivenciando.

Eventos repetidos estabelecem a memória. Várias relações sexuais formam um padrão de conduta sexual, seja com uma única parceira ou com várias. Mas o determinante, é que nestas áreas de nosso cérebro ocorrem as sensações prazerosas e de bem estar, e de certo modo nos tornamos viciados pela constante descarga de substâncias que o cérebro desencadeia.

Podemos nos viciar por uma única pessoa, ou pela variedade, de acordo com a nossa conduta sexual e afetiva. Esse vício fisiológico é a paixão e por fim se transforma na fidelidade do amor.

O processo em si é normal e foi criado por Deus, para oferecer ao homem a beleza da vida em se usufruir o amor, paixão, felicidade e segurança, que os relacionamentos oferecem. O homem ao buscar um relacionamento de estabilidade, ele busca esse tipo de bem estar.

Mas quando essas sensações são gravadas em nosso cérebro através de condutas sexuais condenáveis, ou relacionamento irregular, acaba por usufruir o prazer do pecado.

E então por que os homens são infiéis? Porque programam seu cérebro para a infidelidade, através de uma vida promíscua e com relacionamentos múltiplos.

O mecanismo de recompensa de seu cérebro, e seus estímulos para o coquetel de drogas do prazer sexual, só é estimulado na variedade sexual.

Mas as mulheres também fazem isto! E é obvio que em seus cérebros o mesmo processo de memória ocorre, e grava as suas experiências sexuais, trazendo comparações dos parceiros anteriores com o atual.

Mas como o homem é ativado visualmente para o sexo, ele possui uma instabilidade maior, pois no primeiro contato (visual) já lhe ocorre o prazer e os devaneios do cérebro.

Um homem, mesmo que seja cristão, mas teve muitas aventuras amorosas tem dificuldades em permanecer fiel a sua esposa. Isso pode ocorrer em diferentes níveis, dependendo da educação, espiritualidade e de suas experiências anteriores; mas inicialmente todos são inveterados pecadores carentes da Graça Divina para transformar nossos corações e mentes.

“E por que, filho meu, andarias atraído pela estranha e abraçarias o seio da estrangeira? Porque os caminhos do homem estão perante os olhos do SENHOR, e ele aplana todas as suas carreiras. Quanto ao ímpio, as suas iniqüidades o prenderão, e, com as cordas do seu pecado, será detido” Prov. 5:20-22.

Muitos homens vão esbravejar dizendo que são cristãos e fiéis a Deus e a suas esposas, e eu acredito nisto. Mas não podem negar que em determinadas fases de seu casamento o inimigo os tenha tentado com esse mecanismo fisiológico e psíquico, que podemos chamar de ´carne´ - Jesus mesmo afirmou -“o espírito está preparado, mas a carne é fraca” Mat. 26:41.

A intimidade sexual sempre foi motivo de restrições e rotulada de ´tabú´; sem dúvida é um assunto muito pessoal, mas que devido a ignorância em alguns aspectos, algumas pessoas tem grandes prejuízos a saúde física e psíquica.


Em nossos dias a intimidade sexual (principalmente das mulheres) não é tão restrita assim. Desde a entrevista e consultas com o médico ginecologista, até conversas informais com amigas e colegas de trabalho, a sexualidade tem ganhado uma nova dimensão. As mulheres aprenderam que informação e diálogo são excelentes recursos contra as doenças e outros inconvenientes.

Isto porque a sexualidade está diretamente relacionada com a saúde e bem estar de um indivíduo.

Revistas, livros e até as propagandas na TV, tem trazido algumas informações boas para a sexualidade, tirando a desinformação de um assunto tão importante para nossa felicidade.

Existe uma grande diferença entre intimidade e desinformação, e isto precisa estar bem claro na mente de todos. Principalmente as crianças, desde cedo precisam aprender que apesar da sexualidade ser um assunto íntimo, pessoal, ela poder ser discutida em níveis saudáveis.

Informação, educação e orientação sexual não é invasão da intimidade ou da privacidade.

Há aspectos da rotina sexual de um casal, por exemplo, que se não forem ventiladas através da informação, entrevistas médicas e consultas, determinarão em prejuízos para a saúde.

Existem práticas sexuais, hábitos íntimos e uma cultura que transita na privacidade das relações sexuais que precisa ser revista com a informação.

A seguir discutiremos alguns hábitos sexuais muito comuns entre aqueles que possuem uma vida sexual ativa; apesar de serem assuntos íntimos e de preferências sexuais, avalie a possibilidade de você estar mudando seus hábitos, para você ou seu parceiro usufruir de uma melhor saúde.

LIMITES SEXUAIS NO MATRIMÔNIO


Deus idealizou o sexo. Todo o mecanismo básico da relação sexual, a anatomia masculina e feminina, a fisiologia e psiquismo envolvidos, saíram da mente Santa e Amorosa do nosso Criador.

Uma correta visão do sexo dentro da esfera do casamento, envolvendo respeito, pureza e temperança trazem saúde e felicidade ao casal. A saúde psíquica e física do homem e da mulher é complementada através desta experiência.

Mas a sexualidade pode trazer problemas para a saúde do homem e da mulher, quando explorada indevidamente. Há situações diversas em que o casal pode se envolver (mesmo dentro do casamento) e que podem determinar implicações a saúde de ambos.

Não estou me referindo a promiscuidade, infidelidade ou desvios sexuais. Mas a própria relação sexual a dois, homem e mulher, casados, fiéis um ao outro, pode conduzir a doenças, constrangimentos e até mesmo em fatalidades.

Deus estabeleceu limites sexuais aos casais; as Escrituras possuem algumas dessas restrições. A mais clássica das restrições é aquela que orienta o casal a se abster do sexo durante a menstruação - "“não te chegarás a mulher enquanto for impura, em virtude da sua imundície...” (Lv 18:19).

Há limites sexuais orientados pela Divindade, isso é indiscutível. Mas atrás de cada 'não' da Divindade existe um 'porque' ou um excelente motivo.

A intimidade sexual do casal sempre foi respeitada, e em nome dela muitas pessoas sofrem situações adversas na saúde, e acabam por sofrer as conseqüências de anos de uma pratica sexual insalubre.

Esse não é um problema recente, que surgiu da promiscuidade de nossos dias, mas um problema que desde o século XIX, a igreja já abordava, buscando alertar os casais em suas práticas sexuais – “Bem poucos, porém, sentem ser um dever religioso reger as próprias paixões.

Uniram-se em matrimônio ao objeto de sua escolha, e daí raciocinam que o casamento santifica a condescendência com as paixões inferiores. Mesmo homens e mulheres que professam piedade dão rédea solta a suas paixões de concupiscência, e nem pensam que Deus os considera responsáveis pelo dispêndio da energia vital que lhes enfraquece o suporte da vida e lhes debilita todo o organismo”.

O argumento é que o casamento não santifica práticas sexuais de ´paixões inferiores´. O que seriam elas? “Qual o resultado de dar livre curso às paixões inferiores? ... O leito conjugal, onde anjos de Deus devem estar presentes, é profanado por práticas perversas. E porque domina deprimente animalismo, os corpos são corrompidos; práticas abomináveis levam a enfermidades abomináveis. O que Deus deu como uma bênção tem-se feito uma maldição.

A idéia é ampliada a práticas sexuais perversas, determinando que nem todas práticas sexuais são saudáveis. A questão da saúde é mencionada e destacado o fato que essas práticas de ´deprimente animalismo´ levariam a enfermidades.

Quais práticas sexuais entre casados poderiam levar a enfermidade e colocar em risco a saúde de um casal?

Continue lendo e perceberá que Deus tinha bons motivos para estabelecer limites sexuais aos humanos.

SEXO ORAL


O sexo oral segue o mesmo princípio do sexo anal, o da contaminação por micro-organismos estranhos ao compartimento biológico envolvido. A contaminação ocorre por bactérias, fungos e até vírus de compartimentos biológicos originais (pênis e vagina) infectando o sistema oral-digestivo (boca, laringe, faringe, esôfago e o estômago).

Como cristãos precisamos entender que a religião ou o casamento não santifica a tudo, e que nossa vida está sujeita à realidade física. O princípio de contaminação, infecção e doença, são inexoráveis e não fazem distinção entre cristãos e mundanos.

Se nos envolvermos em práticas sexuais sem higiene e antinaturais sofreremos as mesmas conseqüências de estarmos violando princípios de saúde que são universais.

O sexo oral coloca em contato a boca com os órgãos genitais e assim dois compartimentos biológicos bem diferentes em função e flora de microorganismos, se contaminam.

As bactérias e fungos presentes na vagina são muito numerosos , no entanto convivem ali em uma ´população´ de microorganismos que se auto regula, uma impedindo a outra de se tornar muito grande e agressiva ao trato genital.

Mas quando certa bactéria é introduzida em um compartimento biológico diferente, por exemplo, na laringe (garganta), ela encontra outros microorganismos que pode destruir e se instalar como invasora, causando infecção.

Culturas de secreções da garganta de pacientes, revelam um resultado positivo ao crescimento de bactérias (Estreptococos), que não eram para estar ali; seria normal encontrá-las no trato vaginal, mas estão nas amídalas do paciente. Essa bactéria causa uma infecção de garganta, junto com febre, amigdalite e os sintomas secundários de uma infecção bacteriana.

Após esse episódio o sistema imunológico ganha resistência e capacidade para combater a bactéria; mas se novamente reintroduzida, ela continuará causando infecções que serão mais brandas, ou de acordo com a situação do sistema imune, poderá novamente causar uma infecção grave.

As mulheres têm de realizar um controle semestral do trato genital, fazendo exames que recolhem a secreção vaginal, para observar como o epitélio e o útero estão. Como a vagina sofre muito atrito pela relação sexual, recebe bactérias e fungos vindos do pênis, e o próprio compartimento é muito rico em uma flora de microorganismos; as agressões são mais constantes a mulher e os exames semestrais se tornam essenciais.

Doença como a Herpes labial, estão relacionadas ao Herpes genital, produzida pela mesma família de vírus. O epitélio vaginal é parecido com o epitélio dos lábios, e assim o vírus da Herpes se instala ali com facilidade; e o principal meio de infecção é o sexo oral.

A Herpes labial também pode alcançar os lábios por contaminação de água de piscinas, praia etc. Mas é mais comum pelo sexo oral. Esse vírus da Herpes na vagina causa lesões na parede vaginal, assim como as lesões que aparecem nos lábios.

O Sexo Oral é muito popular entre homossexuais, e é a principal forma de se obter prazer entre as lésbicas. Não convém a nós cristãos, por motivos de saúde e moral, participarmos dessas práticas anti-naturais.

Pesquisas entre homossexuais revelam que eles são vítimas de infecções repetidas por determinados parasitas intestinais, porque constantemente se infectavam ao ter suas relações sexuais por sexo oral. As pesquisas concluem que eles são infectandos com parasitas encontrados nas fezes dos parceiros, e pelo contato da boca com o ânus são re-introduzidos no organismo. Apesar de fazerem o tratamento com medicamentos, não conseguiam se livrar da parasitose, pois suas práticas sexuais permitiam a reinfecção.

O uso da camisinha protege das infecções, mas não elimina o prazer antinatural que o sexo oral oferece.

Muitas pessoas têm uma preferência especial pelo sexo oral e anal; e a prática desses tipos de sexo é reservada como algo especial e fora da rotina, se sobressaindo em prazer ao sexo natural por penetração.

Outros se viciam na prática e querem exclusivamente o sexo anal ou oral, e a penetração é totalmente sem prazer a eles. Isso porque em nosso hipotálamo, onde a sexualidade é regida, a memória sexual do prazer é intensificada ´nas trilhas´ (rotas neurais) que se utilizam do sexo oral e anal; e as ´trilhas´ de memória para o sexo por penetração, são ´vias secundárias´ para o prazer. A prática constante de qualquer hábito leva à memorização e escolha natural do hábito.

Para mudarmos os hábitos sexuais, é necessária uma conscientização sobre os malefícios das práticas, e insistir na prática daquilo que é saudável e natural; o cérebro se encarrega de voltar a priorizar ´as trilhas´ de prazer para a nova prática e devolver a intensidade do prazer.

Normalmente sentimos prazer no pecado, mas se insistirmos em fazer o que é justo, Deus nos capacitará por sua Graça a sermos transformados em nossa mente – “E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.” (Rm 12:2)

Pesquisa Científica da Universidade John Hopkins e Journal of Medicine:

http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/05/070510_oralcancer_ir.shtml

http://news.bbc.co.uk/2/hi/health/6639461.stm



SEXO ANAL


Na anatomia humana, o anus e o reto, são partes do aparelho intestinal para eliminar as fezes; e esses compartimentos biológicos e o material fecal que ali está, é muito rico em bactérias.

Algumas dessas bactérias possuem flagelos, que são caudas que usam para nadar em meio aos líquidos e superfícies de mucosas. Essas bactérias não causam infecções no intestino, pelo contrário, auxiliam no processo de decomposição do quimo (massa de alimento vindo do estômago).

Algumas produzem vitaminas que acabam sendo absorvidas pelo intestino oferecendo uma saudável relação de mutualismo com o ser humano.
Mas essas bactérias em outro compartimento biológico, que não seja o intestino, causam sérias infecções.

A Microbiologia revela que culturas de urina e secreções vaginais para diagnósticos, na maioria dos resultados, nas mulheres é positiva para o crescimento de bactérias intestinais. Isso porque as mulheres têm infecções urinárias que podem se tornar corriqueiras, caso não saibam fazer bem sua higiene pessoal após defecar.

Como a vagina e uretra estão muito próximas do ânus, por vezes pode ocorrer uma contaminação de restos de fezes que esbarram nos pelos púbicos se a mulher se higienizar de trás para frente; ou até mesmo se a roupa intima for contaminada, pode servir como fômite (instrumento de contaminação).

As infecções urinárias em mulheres, por bactérias intestinais são muito comuns devido a essa implicação da higiene nas mulheres; é muito comum também em meninas pequenas e adultos senis que não se higienizam direito.

A principal vilã é a bactéria Escherichia coli, muito comum no intestino, mas que causa infecção no trato urinário e vaginal. A E. coli é uma bactéria que possui uma grande mobilidade por que é caudada, e se desloca em soluções de continuidade, muito abundantes no trato genital feminino e um pouco menos no masculino.

O mesmo ocorre em uma relação sexual por penetração anal, onde o pênis arrasta matéria fecal, que é introduzida depois na vagina da mulher, contaminando com bactérias. A higiene do pênis com água e sabonete não minimiza a contaminação; as bactérias não são removidas com água e sabão.

O material fecal é removido supostamente, mas as bactérias são microscópicas e se aderem nas dobras da pele, e só seriam removidas com solução alcoólica ou outra solução anti-séptica, para se fazer uma assepsia (eliminar totalmente as bactérias).

Esse tipo de procedimento é feito nas cirurgias, ou pequenas cirurgias, e mesmo assim o processo não é perfeito e são necessários os antibióticos após a cirurgia. Sendo assim o argumento de se higienizar os genitais depois da prática do sexo anal, não funciona perfeitamente.

Toda vez que se pratica sexo anal, seguido de sexo vaginal, a mulher sofre uma contaminação; e muito dos problemas ginecológicos que as mulheres sofrem são decorrentes de infecções sintomáticas ou sub-clínicas recidivas.

O homem também é prejudicado, pois se não estiver de camisinha, essas bactérias podem subir pela uretra, alcançando próstata e bexiga. A situação se agrava após a relação sexual, pois a abundancia de solução de continuidade na uretra facilita o deslocamento de bactérias caudadas como a Escherichia coli. A camisinha, no sexo anal, só protege o homem.

Constantes infecções e agressões aos órgãos sexuais e seus anexos, podem levar até mesmo ao câncer. É muito comum nas mulheres o câncer de colo de útero, câncer do epitélio vaginal e câncer no próprio útero, causado pelas constantes infecções e agressões de bactérias, fungos e vírus, levando à formação de lesões e depois ao tumor.

No homem o câncer de próstata pode estar relacionado às infecções causadas por essas bactérias, mas também por outros fatores.

Anatomicamente, o ânus não suporta a fricção do ato sexual, causa fissuras e pode comprometer o esfíncter anal, dependendo de como o sexo é praticado. Esse tipo de penetração não traz prazer a algumas mulheres. Apesar de não existe plexos nervosos de estímulo ao prazer nesta região do intestino, o ânus e nádegas são região erógena, ou de estímulo sexual. O prazer vem de estímulos secundários à penetração.

Casais que usam da penetração pênis-vagina, mas por trás, sentem prazer na posição. A mulher também pode sentir prazer no estímulo nesta posição ou nas carícias que estimulam ânus e nádegas. Mas isso não é uma indicação de que a penetração no ânus seja saudável. O estímulo e as carícias podem existir para estimular a mulher, mas a prática da penetração anal acarretará em prejuízos à saúde.

O sexo anal é muito popular, pois desde cedo os menino (as) vêem os animais abordando sexualmente as fêmeas, e aquilo lhe impressiona (como toda questão sexual) e desde cedo imaginam que o mesmo ocorre com o ser humano. O animal aborda sua fêmea sempre por trás, mas eles nunca alcançam o ânus, e sempre a vagina!

Essa formação tem seu valor, pois aí começa o amadurecimento sexual das crianças, em observar os animais; mas seria bom informarmos como realmente ocorre. É a ignorância que nos faz adotar costumes e práticas irracionais ("deprimente animalismo") ou destituídas de bom senso.

Mas, como já esclarecido, alguns homens e mulheres sentem prazer na ´posição´, ou seja gostam também de abordagem sexual por trás; não haveria problema, se o fizesse mas alcançando a vagina. Assim posições no sexo ou nas carícias, poderiam ser exploradas de forma saudável.

A regra para o sexo saudável, mesmo explorando as diversas posições, é que a penetração seja - pênis-vagina; as variantes: pênis-seios; pênis-coxas, são admissíveis pois não inoculam microorganismo em nenhum compartimento biológico suscetível a contaminação.

A camisinha no sexo anal protege a contaminação, mas não elimina o hábito da relação sodomita que se constitui essa forma de sexo. O sexo anal é de origem das relações homossexuais; além de anti-natural, é fator de contaminação.

A prática com a camisinha pode provocar fissuras anais e recorrentes infecções nesta região do corpo da mulher. O ânus não foi projetado para receber a fricção do sexo. Se existe um estímulo por parte da parceira na região anal ou das nádegas, as carícias podem existir, como em qualquer outra parte do corpo, mas com respeito à saúde dos parceiros.

Estimular o ânus com o pênis [sem penetração], ou com os dedos, irão garantir o prazer do parceira que sente prazer com o estímulo. Mas as práticas do sexo com penetração [sem ou com camisinha], estímulo com a boca e língua [como nas relações homo-afetivas] se caracterizam anti-naturais e insalubres.

Se os parceiros sentem prazer na posição, podem explorar isso no sexo, mas com a penetração pênis-vagina. O ânus não possui plexos nervosos para o prazer. O prazer vêm da posição, e das carícias e toque na região erógena de ambos.

O que ocorre na mente masculina é o que prejudica a saúde sexual e o prazer feminino. O homem, às vezes, nota que com o passar dos anos, e alguns partos, a mulher perde seu tônus muscular na vagina; ele passa então a crer que o sexo anal lhe ofereceria mais prazer.

A mulher pode dispor de cirurgias que corrigem as distrofias que os partos causam, e ainda há exercícios que fortalecem os músculos que circundam a parede vaginal e podem melhorar o desempenho sexual da mulher.

Mas há situações imaginativas em que o homem apenas pensa ter maior prazer, e essas correções precisam ser feitas pelo próprio indivíduo com um exame de consciência.

O casamento não santifica a tudo.

Os casais cristãos precisam entender que existem leis fisiológicas que se quebradas irão desencadear  doenças fatais.

As mulheres são as mais afetadas neste tipo de relação sexual. Sendo assim, ore e mude seus hábitos.



SEXO NA MENSTRUAÇÃO


O texto Bíblico orientava aos israelitas a não praticar sexo durante a menstruação da mulher. É usada a seguinte justificativa: “não te chegarás a mulher enquanto for impura, em virtude da sua imundície...” (Lv 18:19).

A mulher durante o seu ciclo pré-ovulatório e ovulatório possui um mecanismo muito interessante que protege o órgãos reprodutivos altos (útero, tropas e ovários).


Esses órgãos superiores normalmente não possuem microorganismos nenhum; do outro lado a vagina possui até 25 espécies de bactérias diferentes e milhões de microorganismos que convivem no órgão genital da mulher.

Embora vagina e útero estejam ligados um ao outro, os dois em situações ideais e normais nunca se contaminam. Ou seja, os microorganismos da vagina nunca alcançam a útero.

Isto porque na vagina não há nenhuma bactéria com ‘mobilidade’ – como ocorre no intestino, que bactérias como a E. Coli e Proteus mirabilis, possuem ‘mobilidade’ e podem se deslocar em meio aquoso ou nas secreções.

Além disso o colo do útero, a divisória entre vagina e útero, é constituído de células glandulares que produzem um ‘muco’ ou secreção que ‘sela’, fecha o canal entre os dois compartimentos.

Sendo assim nenhum microorganismo alcança os órgãos reprodutores superiores da mulher porque o canal do colo do útero passa a maior parte do ciclo ‘fechado’ por este tampão de ‘muco’.

Mesmo uma relação sexual com seu movimento de penetração, não pode empurrar o material secretório com bactérias por meio daquele canal. O ‘muco’ que esta ali possui uma ação bactericida e as bactérias que são projetadas ali são dissolvidas por esta secreção.

O homem ao ejacular na vagina da mulher coloca ali milhões de espermatozóides que partem em direção do útero; esses espermatozóides começam sua corrida ainda na vagina e fazerem esse trajeto arrastam bactérias e se tornam carreadores de microorganismos estranhos ao útero.

Mas enquanto o tampão de secreção estiver ali no colo do útero, ele garante que os espermatozóides passem pelo canal, mas as bactérias sejam ‘presas’ na teia de muco e os espermatozóides passem ‘limpos’ e sem nenhuma contaminação para as partes mais altas.

No entanto durante a fase ‘lútea’ do ciclo da mulher, o útero começa a eliminar o epitélio glandular (endométrio) que recobre este órgão (líquido menstrual). Se o tampão permanecesse ali no colo do útero, todo esse material seria represado na base do útero e putrefaria ali.

Mas próximo ao 28º dia do ciclo a progesterona aumenta na corrente sanguínea da mulher e as células do colo do útero diminuem a produção do tampão de ‘muco’ até ele liberar totalmente a passagem para que o líquido menstrual desça livremente.

Nesta fase de menstruação da mulher se houver alguma relação sexual, os espermatozóides irão carregar bactérias para as partes altas (útero, trompas e ovários). O tampão de ‘muco’ não estará ali para limpar os espermatozóides.

Durante os 5 a 7 dias do ciclo, na fase de menstruação é recomendável que a relação sexual seja evitada para não contaminar a mulher.

O casal pode recorrer às caricias sexuais para satisfazer o desejo neste período de tempo; mas a penetração deve ser evitada.

Assim que o líquido menstrual cessar a sua eliminação, o colo do útero irá reconstituir o tampão que recobre o canal e o casal pode retomar as relações sexuais. O estradiol se eleva na corrente sanguínea a determina também a produção do tampão de proteção do colo do útero.

VESTUÁRIO E O SEXO OPOSTO


A Bíblia relata o surgimento do vestuário, como sendo uma necessidade após a queda do homem ao pecado (Gen.3:7 e 21). A exposição do corpo é um ato pecaminoso, nesse contexto; levando a conclusão que o vestuário é necessário (mesmo entre casais – como eram Adão e Eva) para uma moralidade comportamental.

O vestuário tem sido um ponto de discussão para os cristãos em nosso século, devido a dimensão que a sexualidade ganhou. O sexo é explorado através da exposição do corpo, e o vestuário pode permitir essa exposição, se tornando um mecanismo de atração sexual.

O vestuário é usado para a atração do sexo oposto. Arrumamos-nos bem para impressionar as pessoas; mas às vezes o vestuário é usado para seduzir o sexo oposto e atraí-lo sexualmente.

A sedução é um mecanismo natural, tanto no homem e na mulher, mas podem ser incrementados pelo vestuário e banalizados pela sensualidade. Os mecanismos de sedução tanto do homem e da mulher estão em seus dotes naturais conferidos pelo nosso Criador, e seu objetivo é a atração do sexo oposto, Mas quando supervalorizamos a sensualidade através do vestuário, tornamos extensivo a todos a exposição do corpo.

Como já relatamos, o homem é ativado sexualmente pela visão; as formas e a exposição de partes do corpo excitam o homem. Isso se torna constrangedor no ambiente de adoração, na igreja ou ambientes familiares.

Os Israelitas tinham orientações para nos momentos de adoração e sacrifício não exporem sua nudez diante de Deus (Êxo. 20:26); os sacerdotes tinham vestes santas para oficiar as cerimônias no Santuário (Lev. 16:4), e parte integrante destas roupas eram calções, que impediam a exposição do corpo, mesmo que tivessem de subir os degraus para o altar de sacrifícios.

O Salmo 29 no versículo 2 (ultima parte) diz: “Tributai a Glória devida ao Seu Nome; adorai o Senhor vestidos de trajes santos.” – aqui são mencionadas roupas santas ou separadas para a adoração. Isso era um costume em Israel e entre os Sacerdotes era uma regra; roupas especiais para a adoração, com características especiais que não expusessem o corpo.

O Salmo 96 no versículo 9 (primeira parte) diz: “Adorai ao SENHOR vestidos de trajes santos ...” (JFA / RC)– repete o conselho para a adoração de Deus – trajes ou vestes santas. O vocábulo santo, quer dizer ´separado´ ou de uso exclusivo para a adoração.

O vestuário em nossos dias, e principalmente em nosso país é voltado para a exposição do corpo.

A moda valoriza esse princípio, mas percebemos que este tipo de roupa não é próprio para nos apresentarmos diante de Deus e de nossos irmãos.

É constrangedor no ambiente de adoração sua atenção ser chamada para as particularidades do corpo de uma pessoa; automaticamente estímulos sexuais lhe são apresentados a mente, e pensamentos são gerados a partir daquela imagem.

A exposição do corpo dentro da igreja, no ambiente da adoração não é saudável para a espiritualidade, e tira a reverência que é necessária para adorarmos ao nosso Deus.

Cristãos conscientes não farão uso de roupas que valorizam ou exploram a exposição do corpo. Os pais desde cedo deveriam ensinar seus filhos a usarem somente roupas apropriadas no ambiente da igreja. É desde pequenos que aprendemos a desenvolver hábitos quanto ao vestuário, a fazer escolhas sábias sobre o que vestir para ir a igreja.

Mas não é somente a questão da não exposição do corpo, que o vestuário cristão tem por princípio; devemos nos preocupar também com o conselho deixado pelo apóstolo Pedro: “O enfeite delas não seja o exterior, no frisado dos cabelos, no uso de jóias de ouro, na compostura de vestes, mas o homem encoberto no coração, no incorruptível trajo de um espírito manso e quieto, que é precioso diante de Deus.” I Pedro 3:2 e 3.

A vaidade no vestuário é outro elemento ofensivo a Deus. Aqui são mencionadas as jóias que as mulheres costumam usar, mas a vaidade de qualquer tipo é condenada. Chamar a atenção para si mesmo é o grande objetivo deste pecado, seja por roupas ou o uso de jóias. O cristão deve crucificar o ´eu´ e permitir que valores como a reverência e a humildade lhe dominem o espírito.

SENSUALIDADE E OSTENTAÇÃO NO VESTUÁRIO


“Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele.Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo.”I Jo. 2:15

O que o mundo oferece quanto ao vestuário, é para satisfazer o desejo dos olhos e o orgulho da vida; essas coisas não são do Pai e sim do mundo. Isto nos leva a concluir que quando vemos uma pessoa vestida de acordo com a moda mundana, não estão no Pai, mas pertencem ao mundo.
Deveríamos sentir tristeza por nossos irmãos que se deixam seduzir pela moda, pois ainda se encontram presos no mundo, e apesar de professarem estar com o Pai, pertencem ao mundo.

Um importante fator que precisamos entender em nossa psicologia comportamental, é que quando vemos alguém contrário àquilo que professamos, temos de nos compadecer e sentir tristeza. Normalmente nos irritamos e condenamos, mas a atitude correta quando vemos uma pessoa em erro, deve ser de compaixão e tristeza. A pessoa esta presa ao mundo.

Quando nos irritamos, revelamos que também não estamos convertidos. Alguns precisam se converter quanto ao vestuário, outros precisam se converter quanto ao temperamento.

Mesmo que essa pessoa já seja membro regular de sua igreja, tenha responsabilidades na congregação, mas exibe a vaidade, a sensualidade, o orgulho e ostentação, não devemos demonstrar indignação, mas nossa compaixão, por não estar convertida totalmente a Jesus.

Normalmente nos indignamos ao ver pessoas trazendo elementos mundanos para a igreja, e isso nos revolta, pois devemos zelar pelo ambiente de adoração, mas devemos ter em mente que as pessoas que fazem isso não estão convertidas totalmente.

Temos mecanismos que podem evitar que uma pessoa que seja vaidosa, orgulhosa e sensual, esteja ocupando o púlpito ou a frente da congregação. Pessoas que tenham esses pecados ainda em seu coração, não devem ser eleitas para os ministérios de louvor, pregação ou outro qualquer.

Dessa forma preservamos a nossa igreja, e preservamos nossos irmãos inconversos. Não é através da crítica e confronto que eliminamos o comportamento pecaminoso, mas através da admoestação (conselho e ensino) e oração.

O testemunho de uma pessoa que usa roupas apertadas, que valoriza as formas do corpo, roupas transparentes ou muito curtas, é um testemunho de que permanecem no mundo. A pureza, modéstia e humildade caracterizam os seguidores de Jesus.

Isso implica que uma pessoa irá seguir os princípios de pureza, modéstia e humildade não só no ambiente de adoração, mas também em todos os lugares que estiver.

Se nossas roupas do cotidiano seguem a erotização que a moda oferece, não estamos testemunhando nossa filiação com Deus, mas que pertencemos ao mundo, e os desejos dos olhos e da carne estão vivos ainda.

As festas, comemorações e encontros sociais revelam quem é de Jesus ou quem pertence ao mundo. São ocasiões de descontração e que colocamos a melhor roupa. A sua melhor roupa é sensual? Sua melhor roupa é extravagante? É aqui que percebemos que o melhor de nós está com o mundo ou com Jesus.

Existe um outro princípio da psicologia que rege nossas emoções, nesses momentos. Geralmente nos sentimos humilhados e desconcertados, quando percebemos que somos poucos ou até os únicos que preservam a pureza, modéstia e humildade; muitos jovens se sentem verdadeiros “ET´s” (extraterrestres) e muitos abandonam seus princípios e vivem de acordo com o mundo porque não querem ser diferentes da maioria.

Mas em vez de nos sentirmos humilhados, deveríamos perceber o valor da humildade; em vez de nos sentirmos desconcertados, deveríamos sentir nossa verdadeira grandeza e destaque, por estamos do lado correto. O que nos faz sentir envergonhados em seguir o correto é nossa natureza carnal, e não devemos permitir que ela nos volte a dominar.

Quando você perceber em um encontro social, que você é a única(o) a estar roupas decentes e modestas, abra um grande sorriso, pois você é um(a) vitoriosa(o)! Quando todos estão vestidos como os mundanos, e não se percebe quem é de Jesus e quem é do mundo, se alegre, pois você estará ali para fazer a diferença!

Não gaste tempo em comentários de acusação aos outros, mas testemunhe e deixe que todos percebam que você esta feliz por representar bem o cristianismo e que é possível dizer não a vaidade.

As pessoas perceberão isto, pois o testemunho do cristão é como a luz que brilha em caminhos escuros. Mat. 5:16 “Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem o vosso Pai, que está nos céus.”

Mas o que seria um vestuário mundano? Teríamos de andar com roupas ao estilo dos apóstolos?

O vestuário mundano que temos de evitar é aquele que segue os padrões do mundo de ostentação, vaidade, sensualismo e vulgaridade; são esses elementos que devemos evitar. A moda mundana que devemos evitar é aquela que traz ao vestuário a ostentação e ao caráter a vaidade; mesmo porque o vestuário é algo universal.

Isso não quer dizer que homens devem estar uniformizados de terno e gravata, e as mulheres com taileurs. Há os estilos que refletem a personalidade e estilo de vida de cada pessoa, mas dentro do estilo esportivo, esportivo-fino ou social deve haver modéstia e simplicidade.

O que seria próprio ao ambiente da igreja? Por sua atmosfera cerimonial, o que a moda indicaria? O que vestem as pessoas para ir a presença de governadores, e presidentes? Por que faríamos diferente com o Rei do Universo? Mas o façamos com modéstia e simplicidade; “...não ambicioneis coisas altas, mas acomodai-vos às humildes...” Rom. 12:16.

HOMOSSEXUAIS CRISTÃOS – É POSSÍVEL?


O conselho bíblico é claro quanto ao homossexualismo - "Não se enganem, não herdarão o Reino de Deus, os imorais os adúlteros, os homossexuais” - 1 Cor. 6: 9 e 10 (NTBLH).

Quando falamos de homossexuais, nos referimos as pessoas do mesmo sexo que se envolvem sexualmente; a relação homossexual pode ser masculina (entre homens - Gays) e feminina (entre mulheres – Lésbicas).

Essas relações podem ser de acordo com a preferência sexual da pessoa, que muitas vezes gosta de relacionar-se tanto com homens ou com mulheres, tornando-se um bissexual.

Há os trans-sexuais, que são aqueles que além de adotar uma postura sexual, também alteram sua aparência para se assemelharem ao sexo oposto. Alguns dos trans-sexuais masculinos são chamados de Drag Queens.

A grande controvérsia em relação aos homossexuais é a sua tendência natural em gostar de pessoas do mesmo sexo. Alguns não escolheram isto, mas naturalmente sente uma atração sexual para as pessoas do mesmo sexo.

E assim uma corrente humanista defendendo os direitos do indivíduo, criaram uma aceitação pelos homossexuais, lhes dando o direito, não só de escolher com quem se relacionar, mas de seguir os seus impulsos sexuais.

Mas a postura bíblica é contra essa tendência de seguirmos nossos impulsos. A Bíblia orienta o homem deixando um padrão para sua natureza humana, em todas as esferas da existência, e pede do homem uma submissão a esses princípios, para que ele tenha a felicidade verdadeira.

Pode um homossexual, ter felicidade verdadeira, renunciando seus impulsos sexuais?

Aqui está a grande questão que tem criado muito desgaste entre religiosos e homossexuais.

Recentemente conheci uma jovem de 29 anos que confessou viver com uma colega já há dois anos. Elas trabalham no mesmo lugar e decidiram dividir um apartamento. Essa moça era noiva há 8 anos, mas algumas desilusões levaram o relacionamento a acabar. Ela afirmou que já tinha tendências homossexuais, apesar de se relacionar com rapazes.

E foi quando as duas moças passaram a conviver no mesmo lugar, que ela se aventurou na relação homossexual. Sua colega tinha sido cristã, mas estava afastada e apesar disso, sempre lhe falava da Bíblia.

Nossa conversa surgiu, porque ela estava empolgada com o fato de se tornar uma cristã. Havia ido a uma igreja com sua colega, e apesar de viverem juntas haviam decidido deixar a relação homossexual de lado, para serem cristãs.

Insisti com ela de que seria muito bom que se afastasse de sua colega, e tentassem mudar de vida mas longe uma da outra. Mas a empolgação de ser uma cristã era forte, e ela disse que iriam continuar juntas, e que poderiam vencer os impulsos sexuais.

Não tive mais contato com essa jovem, mas espero que seus impulsos e desejos não a tenham vencido.

O QUE DETERMINA O HOMOSSEXUALISMO?


Os estudos e pesquisas apontam para uma variedade de motivos. Não há um motivo básico que determine o comportamento homossexual. Existem diferentes tipos de fatores que irão desencadear o comportamento; podem ser fatores fisiológicos, genéticos, psicológicos e comportamentais.

O fator fisiológico é determinado pela exposição ao hormônio testosterona. Essa substância rege a sexualidade do ser humano. Tanto na gestação, como na maturidade sexual, a testosterona irá determinar o comportamento sexual do indivíduo.

Fetos femininos que por distúrbios hormonais da gestante, recebe uma carga de testosterona acima do normal, podem apresentar desvios sexuais, masculinizando o centro da sexualidade no cérebro.

Fetos masculinos que receberem uma carga hormonal baixa de testosterona durante sua formação, poderão ter os mesmos desvios sexuais, mas se efeminando. Os maiores efeitos são sobre o cérebro, mais especificamente no hipotálamo, onde está o centro da sexualidade humana.

Recentemente a revista científica Nature Neuroscience, publicou uma descoberta, os filhos de mulheres que tomaram analgésicos durante a gravidez podem ter um impulso sexual menos intenso quando adultos, sugeriram os cientistas americanos. Eles estudaram como o hormônio masculino testosterona manda o cérebro se tornar masculino durante a gestação.

Um dos passos no processo envolve uma substância química chamada prostaglandina-e2. Sabe-se que medicamentos como a aspirina bloqueiam a síntese da prostaglandina-e2. Os pesquisadores descobriram que ratos machos expostos durante a gestação ou como recém-nascidos a drogas que bloqueiam a produção da prostaglandina-e2 são menos ativos sexualmente na vida adulta.

A estrutura do cérebro desses ratos também se parece mais com a dos cérebros das fêmeas. Quando ratos recém-nascidos do sexo feminino recebem prostaglandina-e2, eles demonstram um comportamento sexual com características masculinas quando adultos e seus cérebros adotam uma aparência mais masculina.

Os pesquisadores advertem que o impacto potencial de exposição de seres humanos em formação a tais drogas ainda não é conhecido. Mas eles dizem que, potencialmente, o mesmo pode ocorrer nos seres humanos.

Pequenas doses de aspirina são ministradas a mulheres grávidas para impedir pré-eclampsia e uma outra droga, chamada indomentacina, que também bloqueia a prostaglandina-E2, é dada a bebês prematuros com problemas cardíacos.

Cientistas da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, disseram que "estes resultados inesperados reforçam a noção de que mulheres grávidas devem tentar evitar a ingestão de qualquer medicamento".
Terapias hormonais já são aplicadas em mulheres lésbicas, transformando-as em homens, alterando sua voz, barba e massa muscular.

O fator genético é mais complexo. Em nosso DNA, existem genes que determinam nosso sexo. Esses genes do sexo são chamados de ´X´ e ´Y´; uma combinação destes genes, formam homens ou mulheres. Um homem normal possui um genótipo ´XY´, e uma mulher normal possui genótipo ‘XX´.

Mas podem ocorrem combinações anormais de cromossomos X e Y resultando em mal formações congênitas.

Fetos femininos eventualmente poderão apresentar órgãos genitais masculinizados, ou ausência de útero e ovário, pela presença de mais um gene´Y´ em seu genótipo, permanecendo como mulheres masculinizadas (XXY).

Como há mulheres com genótipos ‘XXX´e são denominadas ´super-fêmeas´, por essa anomalia genética.

Da mesma forma fetos masculinos podem aparecer com um gene ´X´ em seu genótipo (XXY) e apresentar pênis pequeno ou vagina, útero, trompas e ovários, mas com o fenótipo (características físicas) de homem. E também um gene ´Y´ a mais, determinando um genótipo ´XYY´, chamados de super-machos.

A seguir um quadro com as várias combinações dos genes X e Y, e suas resultantes anatômicas, comportamentais e síndromes.

O comportamento homossexual, também é gerado por fatores psicológicos que são desencadeados pela ausência da figura paterna, para meninos, e a ausência da figura materna em meninas.

Todo indivíduo em sua infância precisa de um referencial de comportamento, para sua postura como homem ou mulher. Alguns meninos que não possuem a figura do pai, ou este é muito ausente na educação familiar, podem sofrer essa efeminação comportamental, pelo modelo único da mãe em sua formação psíquica. O mesmo pode ocorrer com meninas, pela ausência da mãe.

Não são todas as crianças que apresentam essa formação diante da ausência da figura de um dos pais; geralmente crianças com temperamento introvertido (melancólicas e fleumáticas) são mais carentes neste sentido. Portanto existem variantes dentro dos fatores mencionados.

As causas principais deste fator são os relacionamentos desfeitos, onde a educação da criança ocorre apenas com a mãe ou com a única figura do pai. Ainda pais ou mães de temperamentos muito fortes, e que não dedicam carinho ou tempo aos seus filhos, poderão determinar essa tendência de formação comportamental nas crianças.

O fator traumático é muito determinante na formação de futuros homossexuais; crianças, pré-adolescentes e até adolescentes, que estão em uma fase de maturidade avançada, poderão após um trauma adquirir comportamentos homossexuais.

Esses traumas podem ter várias origens: sexual (abusos, incestos, etc); podem ser traumas em relacionamentos (agressões, xingamentos, violência, etc); traumas expositivos (crianças expostas a cenas de sexo prematuramente); traumas violentos (estupros, assédio, etc).

Os fatores traumáticos podem ser chocantes ou sutis, e irão criar bloqueios na psiquê do indivíduo, levando-o a repelir a idéia de se envolver sexualmente com as pessoas do sexo oposto que lhe conferiram a experiência traumática. Esses traumas podem ocorrer de tal forma que a pessoa se abdique totalmente da relação sexual e do prazer que este envolve (frigidez).

O último fator é o comportamental. Esse fator é determinado por variantes.
Garotos que quando estão na formação e amadurecimento sexual (infância e pré-adolescência) e passaram por experiências (brincadeiras) homossexuais, podem determinar uma tendência posterior.

Homens que conseguem com muita facilidade o sexo podem se tornar homossexuais, ou bissexuais. É um comportamento gerado pela facilidade de exposição ao sexo oposto e assim uma busca de novas conquistas sexuais e maiores emoções. Esse comportamento é muito observado entre astros e estrelas, ou pessoas muito famosas, que possuem uma vida sexual muito intensa, pela facilidade que conseguem o sexo.

Muitos se tornam ícones sexuais e a intensa cobrança os leva a uma postura passiva de apenas receber prazer, depois determinando o comportamento homossexual ou bissexual.

Mulheres insatisfeitas com o sexo oferecido pela figura masculina podem se sentir seduzidas pelo lesbianismo. Há relatos de mulheres que não se sentiam satisfeitas sexualmente, mas depois de expostas a vídeos e pornografia homossexual ou experimentar a relação homossexual, optaram pelo lesbianismo.

Nessas mulheres não há distúrbios fisiológicos ou psicológicos, mas apenas uma busca pelo prazer que a relação sexual com homens não lhes ofereceu.

A relação homossexual, não segue os padrões normais da relação sexual – a penetração (pênis / vagina). Digo que são padrões normais, pois uma das funções do sexo é a procriação, e a única forma que se pode gerar vida, é com a relação sexual entre homem e mulher por penetração. A relação homossexual fica sendo uma forma sexual atípica e anormal, embora satisfaça a muitas pessoas, e estas se sintam felizes.

É exatamente o sexo explorado pelos homossexuais (sexo oral e anal) que leva muitos indivíduos a optar pela relação homossexual. Homens e mulheres que se ´viciam´em sexo oral, encontram na relação homossexual uma fonte exclusiva de prazer.

Muitos homens não se submetem a fazer sexo oral na mulher e estas podem se frustrar, optando por uma parceira homossexual que lhes ofereça este tipo de sexo. O mesmo ocorre com homens, que viciados no sexo oral, procuram homossexuais que praticam tal relação.

Esse fator comportamental precisa ser bem administrado na vida do cristão; muitas pessoas por insatisfação procuram a opção homossexual. São necessárias maturidade e firmeza do cristão para avaliar esses aspectos, pois se analisar somente pelo ângulo da satisfação sexual, a opção homossexual poderá ser uma opção para alguns.

Em conclusão, a tendência natural do homossexual é determinada por vários fatores, e muitos desses fatores são resultado do pecado, da nossa separação dos ideais divinos.

Os indivíduos não são culpados por apresentar, por exemplo, uma combinação genética que lhes determine uma mudança sexual, ou não são culpados se os pais trouxeram problemas a sua psiquê; mas se faz necessário uma correção em cada caso.

As síndromes genéticas ou anomalias podem ser tratadas com hormônios, e os casos psíquicos e comportamentais, devem ser acompanhados por um terapeuta.